Atlético é notificado e acontecimento vai rechear os cofres do clube

Próximo de completar um ano desde que o Conselho Deliberativo do Atlético aprovou a SAF, o clube receberá um novo aporte financeiro. Em entrevista exclusiva ao ‘ge‘, Rubens Menin, sócio majoritário da Galo Holding, confirmou que irá completar os R$ 100 milhões previstos para serem arrecadados pelo FIGA.

O empresário foi indagado sobre novos investimentos no clube, 11 meses após a aprovação da Sociedade Anônima. Ele enfatizou a necessidade desse aporte devido aos altos juros, o que pode até alterar a porcentagem da Holding.

“Não somou, nós vamos investir lá, na verdade eu que vou fazer o investimento para poder fechar esse valor para poder completar aquilo que vai ser feito no Atlético. Sou eu quem vou colocar (o que não chegou a 100 do FIGA). Nós vamos colocar agora”, disse Rubens Menin.

Segundo apuração da mesma fonte já citada, até o início deste ano, o FIGA havia arrecadado aproximadamente R$ 7,5 milhões. Esse valor pode ter sido atualizado, mas ainda está distante do montante final previsto – vale lembrar que a cota mínima era de R$ 1 milhão.

Dívidas bancárias no Atlético

As dívidas referentes a empréstimos e financiamentos com instituições financeiras foram reduzidas em cerca de 45% entre o final de 2022 e o final do ano passado. Com os aportes na SAF, o Atlético conseguiu diminuir o endividamento bancário de R$ 843 milhões para R$ 465 milhões nesse intervalo.

O perfil dessas pendências também mudou, já que no final de 2022, aproximadamente R$ 575 milhões (69% do total anual) eram de curto prazo, enquanto R$ 268 milhões eram de longo prazo. No entanto, até o final do ano passado, o Galo tinha cerca de R$ 145 milhões em dívidas de curto prazo (31% do total anual), com os encargos de longo prazo em torno de R$ 320 milhões.

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