Deixaram o Goleiro Bruno com os olhos brilhando após ganhar indenização

Volta e meia o nome do goleiro Bruno vira manchete na mídia por conta de seu envolvimento no desaparecimento de sua ex-esposa, Eliza Samudio. Em um caso que gerou comoção nacional, o ex-arqueiro do Flamengo viu a história ser contada em um livro não autorizado. Dessa forma, Bruno entrou na justiça pedindo idenização milionária e conseguiu.

A editora Record publicou, em 2014, o livro “Indefensável – O goleiro Bruno e a história da morte de Eliza Samudio”. A obra em questão, conta a história do assassinato da vítima com participação direta de Bruno. Com o rosto do goleiro presente na capa, o ex-detento pediu na justiça uma idenização no valor de R$ 1 milhão.

Apesar de não ter permitido o uso de sua imagem estampando a capa do livro, Bruno não conseguiu ter o valor solicitado em sua conta. A editora alegou que os direitos autoriais pertenciam ao fotógrafo Alexsandro Ligório, que concedeu o uso da foto. Assim, a justiça condenou o pagamento de R$ 30 mil, baseado no príncipio da razoabilidade.

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Em resumo, a Justiça carioca entendeu que a editora Record violou a Constituição Federal e o Código Civil, que protegem os direitos de imagem de todos os cidadãos. Sobretudo, “a imagem somente poderá ser usada para fins comerciais caso seja autorizada pela pessoa titular do direito”

Bruno e a participação no crime

Em junho de 2010 o até então defensor do Flamengo passou a ser investigado pelo desaparecimento de Eliza Samudio, sua ex-esposa. Após buscas por seu sítio, a polícia descobriu indícios de material orgânico queimado. Com alguns suspeitos em mente, um adolescenete acabou confessando a participação no crime, bem como acusando goleiro Bruno de ser o mandante.

Após quase três anos de investigação e nenhum corpo encontrato, em março de 2013 Bruno foi condenado a 23 anos e um mês por homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza. Após conseguir responder em regime semi-aberto em 2018, o arqueiro voltou a atuar profissionalmente após deixar a prisão.

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