Menin está tendo que se virar para pagar DÍVIDA bilionária no Atlético-MG

Um marco histórico para o Atlético-MG no último ano não se limitou apenas ao desempenho em campo, embora o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro tenha sido uma boa notícia. O clube também passou por uma transformação significativa fora das quatro linhas, migrando de uma associação civil para uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

As primeiras repercussões econômicas são evidentes no relatório financeiro do ano passado. A dívida do clube diminuiu em aproximadamente meio bilhão de reais, resultado tanto da venda do shopping que a associação possuía quanto da conversão de empréstimos em participação acionária na empresa.

A situação financeira ainda é delicada, apesar da melhoria. A receita tem se mantido estável, mas a dívida ainda excede a capacidade de pagamento da SAF com sua geração de caixa, e isso representa um desafio para Rubens Menin, o novo controlador do futebol do Galo, e para o grupo de empresários que ele lidera.

Atlético-MG receberá novo aporte

No mês passado, Rubens Menin informou que o Atlético não alcançou a meta de arrecadar R$ 100 milhões no Fundo de Investimentos e Participações Multiestratégia (FIGA), e como resultado, ele pessoalmente fará um aporte para cobrir essa diferença, além de desembolsar mais R$ 100 milhões do FIP Galo Forte. O valor exato do aporte adicional não foi revelado.

Com direito a 6,7% de participação na SAF, conforme estipulado em contrato, o FIGA foi estabelecido para atrair empresários atleticanos interessados no projeto, e cada cota para participar do fundo é de R$ 1 milhão. Como o fundo não atingiu o montante esperado, a Sociedade Anônima continua em busca de novos parceiros para viabilizar a formação de um time competitivo para a temporada, dentro do planejamento financeiro estabelecido.

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